sexta-feira, 21 de fevereiro de 2025

O escândalo Pfizer-UE: Ursula von der Leyen ganhou suborno de 760 milhões de dólares com vacinas?

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https://www.stylourbano.com.br/o-escandalo-pfizer-ue-ursula-von-der-leyen-ganhou-suborno-de-760-milhoes-de-dolares-com-vacinas/fbclid=IwY2xjawIkojlleHRuA2FlbQIxMQABHTjLj638fRHfEs9dFA30QoFheRhfBSAUndMmK0mwSrqY1dCpc5y2Tv4Q_aem_OvHd03-fC1D4Ia--wJBUNQ


A história de que estamos falando hoje nunca foi contada pela mídia. O marido de Ursula Von der Leyen, Heiko, teria recebido US$ 760 milhões em comissões pela venda de vacinas da Pfizer. Ursula Von der Leyen nunca respondeu a esta pergunta.

Ursula Von der Leyen, que é a presidente “não eleita pelo povo” da Comissão Europeia desde 2019, nunca respondeu se a sua família ganhou centenas de milhões de euros de cidadãos europeus graças ao contrato com a Pfizer.

Os milhões em suborno/propina que “autoridades” como Ursula Von der Leyen e seu marido receberam da máfia farmacêutica globalista para envenenar a população, é o mesmo roteiro que aconteceu no Brasil e outros países controlados pela Maçonaria.

Os políticos de organizações criminosas como PT, PSDB e outros, forçaram a inoculação de vacinas tóxicas em milhões de brasileiros em troca de receberem milhões em suborno/propina da máfia farmacêutica. Alguém se lembra do escândalo de roubalheira do COVIDÃO no auge da farsa pandêmica?

ESCÂNDALO – CONTRATOS DE VACINAS NA UE – CRISTIAN TERHES EXIGE A DEMISSÃO DE URSULA VON DER LEYEN

Texto do jornalista italiano Cesare Sacchetti

Esta é uma história que não foi contada pela grande mídia. Não foi contado na íntegra porque as suas implicações são demasiado incômodas para os seus protagonistas. É a história do contrato que a União Europeia assinou com a Pfizer para o fornecimento de 1,8 bilhão de doses da vacina produzida pela gigante farmacêutica que foram depois distribuídas nos vários países membros da União.

O jornalista romeno Adrian Onciu conduziu uma investigação sobre a gênese desta negociação e o site onde a publicou, Mediafax, não demorou muito para que fosse removido.

Evidentemente, as conclusões são demasiado incômodas para a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, para o gigante farmacêutico americano presidido por Albert Bourla, e para todos os outros membros da Comissão que teriam permanecido em silêncio sobre o que parece ser um enorme escândalo que veria von der Leyen envolvida num conflito de interesses macroscópico.

O início da farsa pandêmica e a “cura” da vacina.

A história começa quando a farsa pandêmica já estava em andamento, no final de 2020. Os leitores provavelmente se lembrarão desse período horrendo com pouca nostalgia.

Os grandes meios de comunicação alimentaram o terror de um vírus “terrível” que segundo a sua narrativa fazia muitas vítimas, quando na realidade já nos primeiros relatórios da ISS, um instituto certamente não próximo daqueles que denunciaram a fraude pandémica, claramente descobriu-se que as pessoas que realmente morreram com Covid, vírus ainda hoje não isolado, eram uma percentagem pequena que não ultrapassava sequer os 2% .

A narrativa da farsa pandémica já tinha sido escrita antes mesmo de começar oficialmente, quando o Fórum Econômico Mundial de Davos se reuniu em janeiro de 2020 e já tinha elaborado a sua ideia de uma sociedade pós-pandemia em que haveria o chamado Grande Reinicialização.

A Grande Reinicialização nada mais é do que a manifestação de uma sociedade totalitária em que os últimos espaços de soberania restantes nas mãos dos Estados nacionais são transferidos para instituições transnacionais que são a expressão da chamada governação globalista.

Leia mais: Enquanto o mundo está distraído com a “Terceira Guerra Mundial”, a OMS avança silenciosamente com o seu “Tratado Pandêmico”.

Nesta perspectiva, as vacinas já tinham sido designadas em Janeiro de 2020 como a “cura” para uma crise artificial que ainda não tinha começado e as vacinas seriam o meio para entrar na Nova Ordem Mundial, como declarou publicamente Luca Zaia, governador do Vêneto e um dos vários executores deste plano.

As negociações entre a Comissão Europeia e a Pfizer começam, portanto, em meados de 2020, para fornecer aos italianos e aos europeus a “cura” pré-estabelecida pelos círculos globalistas que desde os primeiros momentos puxaram as rédeas daquilo que um ex-coronel da inteligência russa, Kvachkov, efetivamente definida como uma “operação terrorista do coronavírus” .

CONFERÊNCIA DE IMPRENSA APÓS CEO DA PFIZER SE RECUSAR A RESPONDER PERANTE O PARLAMENTO EUROPEU

Um personagem fundamental entra em cena nesta história no final de 2020 e nos primeiros meses de 2021.

Este é Heiko Von der Leyen, marido da famosa Ursula. Heiko Von der Leyen é um médico alemão de Hanover. Von der Leyen estudou farmacologia, medicina interna e cardiologia na Universidade de Hamburgo e, de 1992 a 1996, também realizou pesquisas para a famosa universidade americana de Stanford.


Em 2005, ele tornou-se diretor do centro de testes clínicos em sua cidade natal, Hanover. Até anos mais recentes, o marido da Presidente da Comissão Europeia continuou a exercer a sua atividade principalmente para a clínica alemã.

Em dezembro de 2020, juntou-se subitamente ao conselho de administração de uma empresa americana, a Orgenesis, que parece estar intimamente ligada à Pfizer.

Alguns levantaram dúvidas sobre esta transferência repentina do Dr. von der Leyen porque até então as suas qualificações e a sua atividade não pareciam fazer dele um investigador científico de grande prestígio internacional.

A tarefa recebida na Orgenesis, com sede em Maryland, nos Estados Unidos, pode ser a chave para entender toda a história relacionada ao fornecimento de vacinas. A Orgenesis já havia desenvolvido vacinas celulares para o tratamento da Covid-19 em 2020. A ligação entre a Orgenesis e a Pfizer parece estar na sua base de acionistas.

Na verdade, se consultarmos os principais acionistas das duas empresas americanas, descobrimos que ambas são propriedade dos onipresentes fundos de investimento Vanguard e BlackRock, de propriedade das famílias globalistas.

Leia mais:

Blackrock e Vanguard por trás da aquisição global e mandatos de vacinas

Apenas duas firmas de investimento – Vanguard e BlackRock – possuem quase toda a grande mídia e a maioria das grandes empresas farmacêuticas

Já tivemos ocasião de falar destes dois fundos de investimento que parecem ser enormes contentores das maiores multinacionais do planeta.

Há praticamente tudo dentro deles. Existe a Coca-Cola, existe a IBM, existe a Shell, existe a General Motors, existe a Microsoft e existe todo o cartel farmacêutico conhecido nos EUA como Big Pharma representado pela Pfizer e GlaxoSmithKline, entre outros.

Os acionistas e verdadeiros proprietários da Vanguard e BlackRock não são conhecidos e é possível rastrear seus nomes apenas através das participações e investimentos dos acionistas presentes nas empresas investidas.

A FRAUDE DAS VACINAS COVID E A MORTALIDADE EXCESSIVA NOS PAÍSES MAIS VACINADOS

A própria Vanguard afirma no seu site que não existe uma lista dos acionistas do fundo, o que parece claramente evidenciar um desejo bastante suspeito de disfarçar os verdadeiros proprietários desta empresa. Porém, se olharmos para aqueles que aplicaram o seu dinheiro noutras empresas investidas, como referimos anteriormente, encontramos os nomes habituais.

Encontramos os nomes dos Rothschilds, da família Rockefeller, de Bill Gates, dos banqueiros Morgan e dos gigantes químicos americanos Dupont. Encontramos aquela estrutura de poder oligárquica que tem nas mãos a economia do planeta. Estes são os proprietários da Pfizer e estes são os proprietários da Orgenesis, para a qual Heiko von der Leyen ocupava o cargo que mencionamos anteriormente.

O marido de Von der Leyen recebeu US$ 760 milhões em comissões?

Entre o final de 2020 e o início do primeiro trimestre, as negociações entre a Pfizer e a Comissão Europeia chegaram ao auge e as trocas de mensagens telefônicas, que mais tarde desapareceram como veremos mais tarde, entre von der Leyen e Albert Bourla tornaram-se cada vez mais frequente.

Em maio de 2021, o contrato será assinado. A União Europeia assinou um contrato de fornecimento com a gigante farmacêutica norte-americana que previa a compra de 1,8 bilhão de doses de vacina a um preço de cerca de 20 dólares por dose.

O resultado do acordo é um rio de dinheiro equivalente a 36 bilhões de dólares que sai dos cofres da UE e, portanto, também dos cofres do Estado italiano, terceiro contribuinte líquido de Bruxelas, e vai parar os da Pfizer.

Agora, o aspecto que não foi considerado pelos meios de comunicação italianos e europeus é o que diz respeito aos negócios da comissão. A estes níveis, mesmo uma pequena comissão de 2% para quem adquire o negócio pode ascender a uma quantia enorme de várias centenas de milhões de euros.

Segundo relata Adrian Onciu, uma vez concluída a venda das vacinas, a Pfizer teria transferido cerca de 760 milhões de dólares dos seus cofres para os da Orgenesis, empresa para a qual trabalhava o Heiko Von der Leyen, e a forma como esta grande soma teria sido transferida foi através de um bônus de desempenho dado diretamente a ele.

TODAS AS MEDIDAS SOBRE O COVID FORAM BASEADAS NUMA GRANDE MENTIRA – EURODEPUTADA CHRISTINE ANDERSON

Se o jornalista romeno tiver razão, seria o maior conflito de interesses e escândalo de corrupção alguma vez visto na história da UE, uma instituição que é tudo menos transparente no que diz respeito ao financiamento recebido pelos vários comissários que, além de ganharem salários da fábula recebem fundos de vários lobbies e instituições financeiras para melhor proteger seus interesses.

Bruxelas é aquele lugar onde uma imensa quantidade de dinheiro flui dos centros empresariais para a Comissão Europeia, que certamente não tem em mente os interesses dos vários cidadãos europeus, que não elegem os comissários e cujos nomes muitas vezes ignoram, mas daqueles que pagam o dinheiro nas diversas contas estrangeiras dos comissários europeus.

Isto é o que parece ter acontecido com Stella Kyrikiades, Comissária Europeia para a Saúde, que parece ter levado 4 milhões de dólares após assinar o contrato de fornecimento de vacinas assinado com a Pfizer. Esta história, no entanto, que envolveria a Presidente da Comissão Europeia num enorme escândalo, recebeu cobertura mediática quase inexistente.

O marido de Von der Leyen acabou nos noticiários europeus por outro conflito de interesses cujo alcance parece microscópico comparado com o que acabámos de escrever. O médico alemão fazia, de fato, parte de um projeto de investigação financiado pela UE na Universidade de Pádua para o desenvolvimento de medicamentos baseados na tecnologia do RNA.

As contribuições que a Orgenesis deveria ter recebido seriam iguais a 200 mil euros por ano. Após o surgimento desta notícia, Heiko Von der Leyen renunciou ao seu papel na Universidade de Veneza, mas nenhuma atenção foi dada ao outro grande escândalo relativo à Orgenesis e no qual há uma enorme montanha de dinheiro que, segundo Onciu, teria ido diretamente à família de Ursula Von der Leyen como recompensa por ter assinado o contrato da vacina com a Pfizer.

Quase nos faz pensar que a história da demissão da Universidade de Pádua do projeto da UE foi transmitida à opinião pública pelos principais meios de comunicação social, para desviar a atenção do outro enorme escândalo relativo às comissões recebidas pelas vacinas.

É uma história que ainda pode ser compreendida reconstruindo o caminho que estes números seguiram, apesar da Presidente da Comissão Europeia ter trabalhado para remover vestígios das negociações com a Pfizer quando apagou todas as suas mensagens do seu celular.

Uma prática para a qual Von der Leyen não parece ser nova porque durante o seu mandato no Ministério da Defesa alemão parecia habituada à mesma “prática” quando apagou mensagens de texto com as diversas empresas às quais a ex-ministra deu contratos militares e foi paga muito generosamente.

Nem uma palavra foi escrita sobre este caso pelos meios de comunicação social europeus que, como já dissemos, se concentraram num pequeno conflito de interesses para esconder o enorme que diz respeito mais de perto ao dinheiro que os italianos e outros cidadãos europeus deram a Bruxelas.

Dinheiro que foi parar nos cofres da Pfizer e talvez da família Von der Leyen.

A procuradora europeia, a romena Laura Kovesi, que é bastante controversa a nível nacional, abriu uma investigação no ano passado sobre o fornecimento de vacinas, mas nunca tocou nesta história e não fez quaisquer perguntas a presidente da Comissão Europeia sobre estes comissões de ouro.

Até à data, nenhum jornalista, exceto Adrian Onciu, alguma vez fez perguntas sobre as comissões recebidas pelo contrato da vacina a Ursula Von der Leyen e ao seu marido.

Fá-lo-emos mesmo que provavelmente não recebamos uma resposta, mas talvez se esta pergunta for insistentemente colocada por muitos italianos e europeus a Presidente da Comissão Europeia, talvez ela seja forçada a deixar de não ouvir.

A tudo isto deve ser acrescentada uma consideração final relativamente à segurança das “vacinas”. O público europeu foi informado de que estas vacinas eram seguras apesar de serem experimentais, mas agora resulta do contrato da UE assinado com a Pfizer que a Comissão Europeia sabia perfeitamente que estes soros poderiam causar efeitos adversos desconhecidos.

Quando vemos os noticiários locais repletos de notícias de mortes por “doenças súbitas” e quando vemos acidentes como o do ônibus em Mestre, cujo motorista foi vacinado, pensamos na correlação entre causa, vacinas e efeito, ou seja, um aumento sem precedentes de mortalidade.

E esta é também uma pergunta que Ursula Von der Leyen deveria responder. Não só é necessário esclarecer um conflito de interesses potencialmente enorme, mas também é necessário esclarecer a forma como a União Europeia e os vários governos têm jogado roleta russa com a vida dos cidadãos, que foram muitas vezes coagidos a tomar as “vacinas”.

Na nossa opinião, trata-se de crimes demasiado enormes e dos quais os responsáveis, pelo menos aqueles que os cometeram nas diversas classes políticas europeias, dificilmente conseguirão escapar.

Fim do texto.

A única história de que as pro$tituta$ da mídia falaram sobre o conflito de interesses de Ursula Von der Leyen é esta. O marido, Heiko, que teria recebido cerca de 200 mil euros anuais do PNRR para realizar um projeto de investigação na Universidade de Pádua. Mas esta não é a verdadeira história do conflito de interesses de Von der Leyen.

Este é um engodo que as pro$tituta$ da mídia usaram para esconder o outro grande escândalo. A dos 760 milhões de dólares que, segundo o jornalista romeno Adrian Onciu, Heiko Von der Leyen teria recebido como recompensa pela venda das bioarmas da Pfizer. Este é o verdadeiro grande escândalo completamente encoberto pelas pro$tituta$ da mídia.

O marido de Úrsula, Heiko, foi subitamente chamado para trabalhar na empresa Orgenesis em dezembro de 2020, em plena farsa pandémica e nos meses anteriores à assinatura do contrato da UE para a compra de vacinas Pfizer. A Vanguard está entre os proprietários de ambas as empresas, Pfizer e Orgenesis.

O marido de Von der Leyen trabalhava então para uma empresa que tinha ligação com a Pfizer. Ainda hoje, ninguém pediu a Von der Leyen que explicasse este enorme conflito de interesses

Na página 48 do contrato assinado por Ursula Von der Leyen para o fornecimento das bioarmas da Pfizer, está claramente escrito que “os efeitos a longo prazo e a eficácia da vacina não são atualmente conhecidos e pode haver efeitos adversos da vacina que são não conhecidos até o momento”. Eles disseram que as vacinas eram “seguras” e mentiram descaradamente porque sabiam muito bem que não eram.

Este documento por si só seria suficiente para colocar sob investigação toda a Comissão Europeia e os demais governos “democráticos” que autorizaram e forçaram a distribuição de uma “vacina” que não era “segura e eficaz” e que hoje produz um massacre de “doenças súbitas”.


Ursula Von der Leyen conhece bem a exclusão de mensagens de texto. Ela já tinha o mesmo hábito quando era Ministra da Defesa na Alemanha e quando apagou do celular as mensagens que demonstravam as irregularidades que havia cometido nos generosos contratos militares dadas pelo seu ministério.

Ursula já tinha infringido a lei antes mesmo de se tornar presidente da Comissão Europeia. Essa desgraçada corrupta deveria ser processada e presa devido a este escândalo e a todos os outros em que participou.

Leia mais: Cerca de US$ 280 bilhões dos gastos com “ajuda do COVID-19” nos EUA foram desviados por criminosos

A história de suborno da Ursula Von der Leyen me lembrou da história do presidente da Bielo-Rússia, Aleksandr Lukashenko, que disse em agosto de 2020, por meio da Agência Telegráfica Bielo-russa, BelTA, que o Banco Mundial e o FMI lhe ofereceram um suborno de US$ 940 milhões para ele impor restrições do Covid em seu país.

A imposição das vacinas “seguras e eficazes” na Europa também faz parte do plano de “limpeza étnica” elaborado em 1923 pelo conde Kalergi, que pretendia substituir os povos brancos europeus por massas de imigrantes ilegais vindos da África, Oriente Médio e Ásia.

As biormas da Big Pharma foram o meio encontrado para exterminar os europeus brancos para serem substituídos por uma raça mestiça passiva, domesticada, previsível e manipulável, de carácter e inteligência inferiores, sobre a qual a elite aristocrata maçônica poderia governar eternamente.

Em 25 de fevereiro de 2009, durante uma reunião (Council of Eugenics) da OMS, o globalista Henry Kissinger declarou:

“Uma vez que o rebanho (a população) aceita as vacinas obrigatórias, o jogo termina. Eles aceitarão qualquer coisa – doação forçada de sangue ou órgãos – para um bem maior, NÓS PODEMOS MODIFICAR GENETICAMENTE E ESTERILIZAR CRIANÇAS, para um bem maior – Controle as mentes das ovelhas e você controla o rebanho. Os fabricantes de vacinas devem ganhar bilhões. E muitos de vocês nesta sala são investidores. É uma grande vitória para todos. Nós reduzimos o rebanho e o rebanho nos paga pelos serviços de extermínio“.




sábado, 8 de fevereiro de 2025

A “progressista” União Europeia aprovou oficialmente regulamentações que permitem insetos como verme da farinha ou larva de escarabajo escuro (Tenebrio molitor larva) em produtos alimentícios comuns, incluindo pão, macarrão, batatas processadas, laticínios e até compotas de frutas.

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Europeus serão forçados a consumir alimentos com insetos sem rotulagem clara.


https://www.stylourbano.com.br/europeus-serao-forcados-a-consumir-alimentos-com-insetos-sem-rotulagem-clara/

A “progressista” União Europeia aprovou oficialmente regulamentações que permitem insetos como verme da farinha ou larva de escarabajo escuro (Tenebrio molitor larva) em produtos alimentícios comuns, incluindo pão, macarrão, batatas processadas, laticínios e até compotas de frutas.

Até 4 gramas de vermes por 100 g de alimento, sem rotulagem clara para os consumidores. Isso não é uma sugestão, é uma regulamentação da UE, assinada pessoalmente por Ursula von der Leyen, a presidente “não eleita pelo povo” da Comissão Europeia desde 2019.

A pressão do governo “democrático” corporativo por proteína “sustentável” não é sobre escolha, é sobre normalizar o consumo de insetos enquanto as elites comem bife e caviar e fazem tudo aquilo que eles exigem que a população não faça. Os europeus estão cientes de que estão comendo insetos? Ou isso é apenas mais uma agenda forçada envolta sob um disfarce “verde”?

As elites maçônicas satânicas querem forçar o uso de insetos como a nova fonte de alimento para a humanidade. Tudo isso na verdade é um RITUAL DE HUMILHAÇÃO contra os bilhões de “comedores inúteis”. Os insetos contêm inúmeros germes e parasitas patogênicos para os seres humanos.

Processá-los em alimentos não é apenas criminoso, mas também intencional para causar doenças e aumentar os lucros da máfia farmacêutica. Se os humanos pudessem comer insetos, você não acha que pessoas famintas na África e outros países teriam tentado isso no passado? Mas e a China?

Insetos em pó adicionados aos nossos alimentos


O consumo de insetos na China comunista começou após o desastre do “Grande Salto Adiante” de Mao Tsé Tung, que matou de fome entre 50-70 milhões de chineses. Todo lugar onde a população foi forçada a comer insetos, gatos, cachorros e até carne humana, era uma ditadura comunista. E o satanista Klaus Schwab e seu Fórum Econômico Mundial são árduos defensores do comunismo.

Europeus serão forçados a consumir alimentos com insetos sem rotulagem clara. 1

Bruxelas tinha proposto sua autorização depois de conhecer a opinião da Agência Européia de Segurança Alimentar (EFSA). Este organismo determinou em janeiro passado que o consumo deste inseto por parte de humanos “não é prejudicial desde o ponto de vista nutricional”, bem como que “não existem problemas de segurança”. Também descartou problemas relacionados com a estabilidade do alimento sempre que este cumpra com uns limites específicos.

A EFSA advertiu, não obstante, que o consumo do verme da farinha pode provocar reações alérgicas a suas proteínas em pessoas alérgicas aos crustáceos ou aos ácaros do pó. É a mesma propaganda imunda do “confie na ciência” que nos foi imposto pelas “autoridades” e mídia corruptos com as vacinas tóxicas do Covid.

5 RISCOS DESCONHECIDOS DE COMER INSETOS (ENTOMOFAGIA) PARA A SAÚDE HUMANA


O marido de Ursula Von der Leyen, Heiko, recebeu US$ 760 milhões em comissões pela venda de vacinas da Pfizer. Ursula nunca respondeu se a sua família ganhou centenas de milhões de euros de cidadãos europeus graças ao contrato com a Pfizer.

ESCÂNDALO – CONTRATOS DE VACINAS NA UE – CRISTIAN TERHES EXIGE A DEMISSÃO DE URSULA VON DER LEYEN

Os milhões em suborno/propina que “autoridades” como Ursula Von der Leyen e seu marido receberam da máfia farmacêutica para envenenar os europeus com as “vacinas”, se repete agora com a farsa dos alimentos feitos com insetos tóxicos para consumo humano por terem germes e parasitas patogênicos.

Os golpistas usam as mentiras de “salvar o planeta” e “combater as mudanças climáticas” para forçar o consumo dessa porcaria. Tudo não passa de mais um ritual de humilhação da “elite” contra a população, como fizeram com a farsa pandêmica.

A decisão se alinha com o incentivo da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) para insetos como uma “fonte sustentável de proteína”. Comparados à pecuária tradicional, os insetos requerem menos terra, água e ração, enquanto produzem menos “gases de efeito estufa”, tornando-os uma opção mais ecológica. Tudo não passa de golpe pois as elites não dão a mínima para o meio ambiente, só estão interessada em ter mais poder sobre as pessoas.

A Elite está tentando desesperadamente convencê-lo a comer insetos. Aqui está o porquê.

Fórum Econômico Mundial promove “dieta de insetos” para “salvar o planeta”

Destruindo 3.000 fazendas para construir uma mega cidade “inteligente”

Na Holanda, o governo “democrático” sob controle do Fórum Econômico Mundial anunciou que quer fechar á força 3.000 fazendas para dar lugar a uma monstruosa “Cidade Inteligente” chamada TriState City Network, que abrigará 40 milhões de pessoas da Bélgica, Alemanha e Holanda.

Sua “lógica” para confiscar a terra e destruir os animais de 3.000 fazendas é que elas “emitem muito CO2”, o que está “destruindo o planeta”. E ainda assim, substituir pastos verdes por uma monstruosa “Cidade Inteligente” é bom para o meio ambiente?!

Europeus serão forçados a consumir alimentos com insetos sem rotulagem clara. 2

Atualmente, a maior parte da Holanda é uma bela zona rural com pastos verdes, moinhos de vento, riachos e fazendas históricas. Única no mundo, verdadeiramente linda e cheia de história.

Mas o governo holandês sob controle do FEM, usando a falsa propaganda de “sustentabilidade” quer transformar toda uma bela paisagem rural em uma grande cidade que irá consumir muitos recursos naturais e energia para ser construída e depois mantida.

Europeus serão forçados a consumir alimentos com insetos sem rotulagem clara. 3

Porque as elites globalistas promovem tanto esse delírio de megacidades, que são problemáticas, estressantes, poluídas e com baixa qualidade de vida? Por que é uma forma prática de concentrar um grande número de pessoas numa mesma área para monitorá-las e controlá-las. Basicamente, são fazendas para exploração humana.

Eles querem destruir a agricultura na Holanda, que é o segundo maior exportador de alimentos do mundo, para força a população a comer insetos que são cultivados em galpões industriais, e forçar milhões de pessoas que vivem no campo a viver nessa “Cidade Inteligente” que nada mais é que um campo de concentração ao ar livre. Tudo muito “democrático”. Isso faz parte da agenda globalista do “Ecocídio” que visa criminalizar a agricultura tradicional.

Governo da Holanda quer fechar à força 3.000 fazendas para cumprir a “Agenda Verde” do Fórum Econômico Mundial

Agricultores holandeses que protestam há meses contra a radical “Agenda Verde” comunista do governo holandês sob controle das elites do do Fórum Econômico Mundial para “reduzir as emissões de nitrogênio” em 50% a 95% podem em breve enfrentar vendas forçadas de suas terras agrícolas que produzem alimento. “Para os empresários agrícolas, haverá um esquema de … 


https://www.stylourbano.com.br/governo-da-holanda-quer-fechar-a-forca-3-000-fazendas-para-cumprir-a-agenda-verde-do-forum-economico-mundial/


Inventor africano, revive conceito de Nicolas Tesla, tenta patentear no EUA invenção, e sócio é morto. Vejam o video. O inventor africano Maxwell Chikumbutso desenvolveu uma tecnologia que converte radiofrequência em energia limpa e renovável, e recebeu várias ameaças de morte.


O inventor africano Maxwell Chikumbutso desenvolveu uma tecnologia que converte radiofrequência em energia limpa e renovável, e recebeu várias ameaças de morte.





https://www.stylourbano.com.br/em-1931-nikola-tesla-apresentou-um-carro-movido-a-energia-do-eter/

O carro movido a energia do éter de Tesla

A maioria dos investigadores geralmente acredita que o melhor trabalho de Nikola Tesla em novas energias foi feito antes de 1900 com a sua invenção do motor síncrono CA e das linhas de transmissão CA (corrente alternada) de longa distância, que realmente fizeram com que as nossas indústrias pesadas entrassem no século XX.

Não é amplamente conhecido, no entanto, que o maior trabalho de Tesla foi realizado durante o período de 1901-1931 com a verdadeira introdução da conversão espaço/cósmica numa pequena escala doméstica. Poucos observadores do trabalho de Tesla compreenderam o seu significado.

Tesla passou por um período econômico extremamente difícil depois que o banqueiro JP Morgan cortou o financiamento de sua torre de transmissão de energia sem fio na torre Wardenclyffe, perto de Shoreham, NY. Tesla desejava dar ao público em geral as vantagens da energia elétrica de baixo custo, mas JP Morgan e os outros parasitas da Cabala, queriam controlar a transmissão de energia elétrica para seus próprios interesses comerciais.

ornou-se evidente para Tesla na virada do século XX que “grande” não era “melhor” e que meios de energia pequenos, de tamanho doméstico e automotivo, eram o caminho correto a seguir no campo da energia elétrica, para o público em geral. Ainda hoje podemos ver a sabedoria dos pequenos sistemas de energia elétrica residenciais, uma vez que podem salvar vidas e causar transtornos à maioria dos proprietários durante grandes cortes de energia devido a tempestades.

Em 1931, Tesla fez uma apresentação fechada de seu carro Pierce Arrow em Buffalo, NY, que basicamente se movia com energia do éter. Alguns acreditam que o projeto Pierce Arrow foi o melhor de Tesla. Foi o culminar de mais de 25 anos de esforço deliberado de Tesla para aproveitar os raios cósmicoEm suas duas patentes de 1901, Patente US 685.957 e Patente US 685.958 , Tesla divulgou um método natural para coletar energia cósmica e um artificial no qual tubos de vácuo foram utilizados para produzir eletrostática de alta tensão, além de um pequeno fluxo de campo eletromagnético.

De outros documentos de referência relacionados ao carro, acredita-se que no Pierce Arrow foram utilizados doze tubos de vácuo. Havia nove tubos de tipo não especificado e três tubos identificados como tubos 70L-7GT. Um pequeno campo eletromagnético flui dos três tubos de vácuo 70L-7GT. A integração do fluxo eletrostático com o eletromagnético desses dois tipos de tubos de vácuo é realizada dentro de uma unidade conversora como parte do sistema de conversão.

Os tubos de vácuo especiais descritos nas patentes de Tesla de 1901 eram chamados de “tubos de raios X”, o que é um nome impróprio, pois na verdade eram tubos eletrostáticos. Eles utilizam apenas a polaridade positiva (+) em um terminal anódico que está diretamente conectado a um emissor hemisférico de alumínio dentro de uma extremidade do tubo. Um feixe eletrostático é emitido pela extremidade oposta do tubo.

Para saber mais: O PROJETO DE CARRO PIERCE-ARROW MAIS INCRÍVEL DE NIKOLA TESLA DE 1931

Em 1931, Tesla tentou nos trazer um carro movido a energia do éter, abundante e gratuito nos céus, para substituir a gasolina poluente. No entanto, os jornais controlados pelos parasitas da Cabala (Maçonaria, Jesuítas, Vaticano) rapidamente lançaram uma série de artigos debochando dele e nenhum investidor ousaria apoiá-lo.

Ele nunca apresentou a ideia novamente depois de sua humilhação. Após sua morte, o FBI invadiu o laboratório e apartamento de Tesla para roubar seus documentos e patentes. Ele não tinha herdeiros.


Nikola Tesla faz parte de uma longa lista de inventores pelo mundo que foram perseguidos, caluniados, arruinados financeiramente, presos, ameaçados de morte e até assassinados pelos parasitas da Cabala por terem inventado tecnologias revolucionárias que ameaçavam os lucros dos oligarcas parasitas e melhoravam a vida das pessoas. 

O inventor africano Maxwell Chikumbutso desenvolveu uma tecnologia que converte radiofrequência em energia limpa e renovável, e recebeu várias ameaças de morte.

A moderna indústria petrolífera começou em meados do século XIX, nomeadamente na Pensilvânia, Baku, Europa Oriental (Roménia e Polónia) e Birmânia (Myanmar). O petróleo rapidamente se tornou um produto comercial, primeiro para aquecimento e depois, a partir de 1900, como combustível para automóveis, navios e aviões.

O refino de petróleo bruto para a petroquímica foi outro marco na expansão do petróleo. Nenhuma outra mercadoria como o petróleo definiu a civilização moderna desde o final do século XIX. E quem dominou a indústria petrolífera foi a família Rockefeller, que também criou a indústria farmacêutica. Os parasitas Rockefeller são responsáveis por inúmeros crimes contra a humanidade.

Assim que os parasitas da Cabala descobriram quanto dinheiro poderiam extrair do petróleo, o conhecimento sobre a eletricidade atmosférica e os remédios de ervas medicinais foram censurados ou a percepção pública sobre o assunto foi bastante alterada.

Eletricidade atmosférica

Nicola Tesla nasceu em 1856 no então Império Austríaco (agora Croácia) e faleceu em 1943 em Nova York. Tesla estudou engenharia na Universidade Técnica de Graz, na Áustria, e na Universidade de Praga na década de 1870, e ganhou experiência prática no início da década de 1880 trabalhando em telefonia e na Continental Edison, na nova indústria de energia elétrica. Em 1884, emigrou para os Estados Unidos e se naturalizou cidadão americano.

Tesla “inventou” o sistema mundial sem fio em 25 de abril de 1902, mas esse sistema realmente era quase uma duplicação dos antigos processos de distribuição de eletricidade atmosférica utilizada por uma civilização altamente avançada anterior à nossa, cuja arquitetura grandiosa era alimentada por energia eletromagnética livre. O que Tesla fez foi adaptar isso para incluir também as telecomunicações como parte daquele sistema sem fio mundial. Tesla estava usando a mesma frequência para transmitir telecomunicações e transmitir energia.

No passado, o aquecimento e a iluminação foram fornecidos pela estrutura dos edifícios, bem como por complementos especiais inter-relacionados nas suas coberturas. Devido à transição para a combustão de hidrocarbonetos, todas essas tecnologias foram destruídas pelos parasitas da Cabala e esquecidas.

Nas camadas inferiores da atmosf terrestre, as massas de ar se movem constantemente, tanto vertical quanto horizontalmente. Todos esses processos são acompanhados de eletrificação. Como resultado, a intensidade do campo elétrico na superfície da Terra pode atingir 150-300 volts por metro. Uma carga elétrica de meio milhão de coulombs está constantemente suspensa na atmosfera. O potencial energético da atmosfera carregada é estimado em 107 gigawatts, o que é mais de 250 vezes as necessidades energéticas de toda a civilização humana.

Entre aqueles que sonhavam em obter eletricidade atmosférica como fonte inesgotável de energia estava o famoso Nikola Tesla, que propôs uma forma de converter a alta tensão contínua nas camadas da atmosfera em baixa tensão alternada. Tesla estava ciente de que o planeta era um gigantesco gerador de energia girando em torno de dois pólos magnéticos nos quais o acesso ilimitado à energia gratuita poderia ser aproveitado para toda a humanidade.

Ele acreditava que as camadas ionosféricas eram importantes no aproveitamento da eletricidade atmosférica, que poderia ser facilmente aproveitada sem fio, o que poderia gerar energia gratuita para muitas aplicações energéticas globais. Com base no seu estudo das pirâmides de Gizé, Tesla projetou a torre Wardenclyffe nas mesmas proporções matemáticas das pirâmides, de acordo com as leis utilizadas na sua construção sob linhas Ley.

A partir disso, ele sabia que uma fonte de energia gratuita poderia ser aproveitada do planeta e transmitida como uma fonte de energia global sem fio. As descobertas e dispositivos de energia gratuita de Tesla foram confiscados pelo governo americano e o seu trabalho desapareceu após a sua morte em 1943.