sábado, 7 de fevereiro de 2026
terça-feira, 30 de dezembro de 2025
Mensagem aos portugueses .............. Eleições Presidenciais Portugal
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Somos todos nós portugueses
escravos de um sistema corrupto, que nos desgoverna desde 1975.
Sob a capa de defenderem a
democracia, somos esfolados vivos por estes canalhas do PSD – PS – Bloco de
Esterco – PCP – Livre, com impostos cada vez mais altos.
Para mim a gota de agua
que transbordou o copo, é o aumento sistemático da idade da reforma, que a
partir de 2026 será de 66 anos e 11 meses.
Ainda tenho que trabalhar
mais 5 anos, e fico a imaginar com meus botões, que em 2030 a reforma será aumentada para 80 anos.
Vemos políticos com
reformas vitalícias dadas pelo parlamento, acumuladas com outras reformas (duas
e três como nosso querido Anibal Cavaco Silva, com três reformas).
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Vemos os
grandes esquemas de corrupção nas autarquias, empresas públicas e perdões de
dividas nas finanças aos poderosos, incluindo generosos subsídios, e isenção de impostos a estes grupos privados.
·
Vemos uma
justiça que é forte com os fracos, e fraca com os poderosos.
·
Vemos Ricardo
Salgado condenado a 6 anos de prisão há mais de 3 anos, e não é preso e nunca será, (vemos
uma justiça que é forte com os fracos e fraca com os poderosos)
d Vemos José Sócrates a gozar com todos nós e os 35 milhões de euros de herança da santa mãezinha. Os anos se passam, e não será preso.
·
Vemos 200
fundações públicas que não passam de abrigo a familiares dos políticos, sustentadas
por nós portugueses … 200 milhões de euros por ano
NÓS PORTUGUESES NÃO
PASSAMOS E ESCRAVOS DE UM SISTEMA CORRUPTO !!!
Apelo a consciência de cada português, que pensem um pouco por si mesmos, e não sejam influenciados pela imprensa e televisões, que apenas defendem os tachos deles, pensem …..
EU VOTO ANDRÉ VENTURA PELA
MUDANÇA.
NÃO VEJO OUTRA ALTERNATIVA
AOS ESCROQUES QUE NOS ESCRAVISAM DESTE 1975.
POR PORTUGAL, E O FUTURO DE NOSSOS FILHOS E NETOS.
VOTEM NA MUDANÇA, VOTEM
ANDRÉ VENTURA A PRESIDENTE.
Ass: Ramiro Lopes Andrade ... um simples cidadão português
terça-feira, 9 de dezembro de 2025
Mais 500 milhoes de euros para Moçambique ........ Portugal é um país rico !!!!!! EU VOTO ANDRÉ VENTURA !!!!!!!!!!!!!!!!!!!
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https://www.cmjornal.pt/politica/detalhe/montenegro-anuncia-linha-de-credito-de-500-milhoes-para-investimento-em-mocambique
Montenegro anuncia linha de crédito de 500 milhões para investimento em Moçambique
Primeiro-ministro falou na conferência final da sexta cimeira Portugal-Moçambique.
O primeiro-ministro anunciou esta terça-feira que Portugal vai disponibilizar uma linha de crédito de 500 milhões de euros para incentivar as empresas portuguesas a investirem em Moçambique.
Luís Montenegro falava ao lado do Presidente moçambicano, Daniel Chapo, na conferência final da sexta cimeira Portugal-Moçambique, que se realizou esta terça-feira no Palácio da Bolsa, no Porto, com cerca de duas dezenas de governantes dos dois países.
"Queremos com isso significar a confiança que temos na economia de Moçambique e dizer às empresas portuguesas que estamos ao lado delas no processo de internacionalização", afirmou.
De acordo com o primeiro-ministro português, esta linha de crédito, destinada a áreas variadas, é uma forma de dizer às empresas portuguesas: "Olhem para Moçambique e para o processo de estabilização política e social do país e a sua ambição económica".
Portugal e Moçambique assinaram esta terça-feira 22 instrumentos jurídicos na sexta cimeira bilateral entre os dois países.
Na declaração final da sexta cimeira Portugal-Moçambique, os dois países concordaram em colocar a vertente económica e o desenvolvimento sustentável "no topo das prioridades da agenda de trabalho".
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Continuem a votar na escumalha do PSD - PS - CDS - BE - PCP - LIVRE.
SOMOS COMIDOS VIVOS !!!!!!!!!!!!
EU VOTO ANDRÉ VENTURA !!!!!!!!!!!!!
segunda-feira, 20 de outubro de 2025
Compatriotas Portugueses, venho aqui lembrá-los que Portugal tem uma dívida pública de 294,3 mil milhões de euros. A dívida pública portuguesa situou-se em 98,1% do PIB no segundo trimestre de 2025, com um valor absoluto de 294,3 mil milhões de euros, um aumento de 2,5 mil milhões de euros em junho de 2025.
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RETIFICAÇÃO DE ULTIMA HORA
- Valor atual: 294,3 mil milhões de euros.
- Rácio do PIB: 97,6% no terceiro trimestre de 2025.
- Motivos: Aumento dos títulos de dívida de longo prazo e certificados de aforro.
- Tendência: A dívida pública aumentou pelo décimo mês consecutivo.
- Nota: O valor mais alto já registado.
A mesma ladainha de sempre, somos esfolados por uma classe politica que sufoca o país com impostos.
Não há dinheiro ?? É fácil se aumenta o Imposto sobre o petróleo (ISP) em 17% para 2026.
Paguem portugueses ....... paguem e se distraiam com futebol .... fados e Fátima.
Em 2007 fiz meu promeiro post falando disto. O que mudou ??
Tivemos uma bancarrota de nosso querido 44 Zezinho Sócrates.
Agora vem com esta conversa de chacha, que estamos a diminuir a dívida pública.
Entendam que Portugal deve 294,3 mil milhões de euros, e continuamos a agir como se fossemos ricos:
- damos dinheiro a Timor - 170 milhões de euros em 2024
- damos dinheiro a São Tomé e Príncipe
- damos dinheiro a Cabo Verde no financiamento de 200 milhões de euros na construção de barragens
- Perdoamos 1,5 mil milhões de euros á Moçambique na Barragem de Caorra Bassa.
- Construímos um estádio de futebol na Palestina por 2 milhões de euros.
- etc ........ etc ...... etc ......
domingo, 30 de setembro de 2007
DIVIDA EXTERNA DE PORTUGAL
DUZENTOS E SETENTA DOIS MIL MILHÕES DE DOLARES
DUZENTOS E SETENTA DOIS BILIÕES DE DOLARES
É verdade !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Qual deficit nas contas públicas de 3 % , qual que, isto não é nada !!!!!!!!!!!!!!!!!
Nossos políticos, com a cumplicidade de toda a imprensa portuguesa, enterraram nosso país de vez.
Porque a imprensa económica não divulga a realidade de nosso país ?
Porque pertencem a mesma MÁFIA que governa nossas vidas.
No ano de 2003, nossa divida externa era de 13,1 mil milhões de dólares. Hoje, no ano de 2007, nossa divida externa é de 272 mil milhões de dólares.
Dívida externa: $ 272,2 bilhões de dólares (30 September 2006 est.)
Ano Dívida externa
2003 $ 13.100.000.000,00
2004 $ 250.700.000.000,00
2005 $ 274.700.000.000,00
2006 $ 287.800.000.000,00
2007 $ 272.200.000.000,00
GOSTARIA DE SABER ONDE FORAM GASTOS 237 MIL MILHÕES DE DOLARES EM UM ANO ( DE 2003 A 2004 ) !!!
Em um ano ( 2004 ) passamos de 13 para 250 mil milhões de dólares !
Em 2007 nossa dívida externa é de 272 mil milhões de dólares.
POR FAVOR, ME ESCLAREÇAM …………….
Gostaria de ser esclarecido pelo poder político, como Portugal irá saldar esta dívida?
Vão aumentar ainda mais os impostos que já pagamos?
Vão contrair outros empréstimos para saldar os actuais?
Quem foi o responsável por este descalabro?
Onde estava a fiscalização da Assembleia da Republica?
Onde estava a fiscalização do Tribunal de Contas?
EM QUE FORAM GASTOS 272 BILIÕES DE DOLARES EM 4 ANOS ?
NOS ESTÁDIOS DE FUTEBOL?
NOS DOIS SUBMARINOS DE 900 MILHÕES DE EUROS ?
NOS 500 MILHÕES DE EUROS GASTOS NOS 40 AVIÕES F-16 DA FORÇA AÉREA PORTUGUESA?
NO PERDÃO DA DÍVIDA AOS PAÍSES CORRUPTOS AFRICANOS?
NA GENEROSA E DESINTERESSADA AJUDA Á TIMOR ?
AJUDA QUE É GERIDA PELO “ PADRE VITOR MELÍCIAS “. DÁ VONTADE DE RIR …
NA BARRAGEM CAHORRA BASSA ?
EM QUE PORTUGAL PERDOOU 1,5 MIL MILHÕES DE EUROS Á MOÇAMBIQUE !!!!!!!!!
Porque a imprensa económica nunca faz referência a divida externa de Portugal ?
Cumplicidade é a resposta !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Cumplicidade de todos ( políticos / imprensa / empresários / governo / bancos ). Silêncio ……………………………….
Nós contribuintes portugueses estamos cá para pagar, e bem pago, para sermos escravos de uma classe politica portuguesa corrupta e ineficaz.
As autarquias durante anos se endividaram nos bancos, sem terem condições para o fazer. Foram praças publicas construídas / destruídas / e outra vez reconstruídas. Dinheiro jogado ao lixo, nosso dinheiro !!!!!
Foi o Governo Central, dando subsídios para as Regiões Autónomas, e sendo avalista de empréstimos sem retorno económico possível ( Torrar Dinheiro ).
Foi a criação de Fundações Públicas que escapam ao controlo do Tribunal de Contas. Sendo estas Fundações um cabide de empregos para: filhos de deputados e presidentes de câmaras, amigos e cúmplices.
NÃO SE ENGANEM, TODOS NÓS CONTRIBUINTES PORTUGUESES VAMOS PAGAR MUITO CARO !!!!!!!!!!!!
Cada português ( homem, mulher e criança ) deste país, deve $ 27.200 dólares em dívida externa aos bancos internacionais.
27.200 dólares correspondem a 19.428 euros ao câmbio de hoje.
NOSSA DIVIDA EXTERNA É MAIOR QUE A DO BRASIL ( 177 MIL MILHÕES ), E É UM PAÍS COM IMENSAS RIQUEZAS NATURAIS.
PORTUGAL NUNCA TERÁ RECURSOS PARA PAGAR 272 MIL MILHÕES DE DOLARES DE SUA DIVIDA INTERNACIONAL.
OS POLITICOS PORTUGUESES ( DA ESQUERDA A DIREITA ) SÃO TODOS CUMPLICES. O SILÊNCIO DELES NESTA MATÉRIA DIZ TUDO. ENTERRARAM PORTUGAL DE VEZ .........
Salve-se quem puder .................
RAMIRO LOPES ANDRADE
ENGENHEIRO CIVIL
CONTRIBUINTE PORTUGUES
OBS: CASO TENHAM DÚVIDAS LEGITIMAS SOBRE ESTES DADOS, SUGIRO QUE VÃO AO SITE http://www.indexmundi.com/pt/portugal/ OU AINDA AO SITE DA CIA - CENTRAL DE ESPIONAGEM AMERICANA - https://www.cia.gov/library/publications/the-world-factbook/geos/po.html
Portugal Dívida externa
http://www.indexmundi.com/pt/portugal/index.html/#economia
DIVIDA EXTERNA EM BILIÕES DE DOLARES NO ANO 2007
Rank Country Dívida externa
1 Estados Unidos 10.040
2 Reino Unido 8.280
3 Alemanha 3.904
4 França 3.461
5 Itália 1.957
6 Países Baixos 1.899
7 Espanha 1.591
8 Japão 1.547
9 Irlanda 1.392
10 Suíça 1.077
11 Bélgica 1.053
12 Canadá 684,7
13 Suécia 598,2
14 Áustria 594,3
15 Austrália 585,1
16 Hong Kong 472,9
17 Dinamarca 405
18 China 305,6
19 Grécia 301,9
20 Rússia 287,4
21 Portugal 272,2
22 Finlândia 251,9
23 Coreia do Sul 249,4
24 Turquia 193,6
25 México 178,3
26 Brasil 176,5
27 Polónia 147,3
domingo, 28 de setembro de 2025
Portugal é governado por filhas das putas e ladrões. Temos 8 (OITO) helicópteros Super Puma 330 estocados, e quatro deles voam. Filhas das putas que alugam helicópteros no estrangeiro por milhões de euros, quando temos meios aqui ............. PUTA OS QUE PARIU !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
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Vejam este vídeo até ao fim.
sexta-feira, 29 de agosto de 2025
Portugal está a revitalizar os 4 Hercules C-130 que tem ..... porque não coloca-los todos a combater os incêndios, operados pela Força Aérea Portuguesa???????????????????????????????'
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https://www.aereo.jor.br/2025/08/26/forca-aerea-portuguesa-recebe-terceiro-aviao-c-130h-modernizado/#goog_rewarded
Força Aérea Portuguesa recebe terceiro avião C-130H modernizado

Montijo, 14 de agosto de 2025 – A Força Aérea Portuguesa recebeu, na Base Aérea N.º 6, no Montijo, a terceira aeronave C-130H Hercules modernizada no âmbito do programa de atualização de aviónicos, reforçando as capacidades da Esquadra 501 – “Bisontes”.
A intervenção faz parte de um processo em curso que abrange quatro aeronaves da frota C-130H, conduzido pela OGMA – Indústria Aeronáutica de Portugal, S.A., em Alverca. O programa contempla alterações estruturais e uma profunda renovação dos sistemas aviônicos, incorporando novos equipamentos de navegação e comunicação. A modernização transforma o cockpit do C-130H, alinhando-o com os padrões mais avançados da aviação militar contemporânea.
Cooperação militar e industrial
O projeto conta com a participação direta dos militares da Esquadra 501, da Esquadra de Manutenção C-130H, da Gestão do Sistema de Armas C-130H e da Autoridade Aeronáutica Nacional, garantindo integração entre indústria e Força Aérea.
Inserção no programa europeu SESAR
A modernização dos Hercules portugueses integra o programa europeu SESAR – Single European Sky ATM Research, que visa adaptar as aeronaves às novas exigências do espaço aéreo europeu. Entre os objetivos estão o aumento da segurança, maior capacidade de tráfego aéreo, redução de custos por rotas mais eficientes e menor impacto ambiental.
Missões nacionais e internacionais
Financiada parcialmente por fundos europeus, a atualização assegura que a Força Aérea mantenha a capacidade de operar em cenários nacionais e internacionais. Os C-130H são fundamentais para o transporte aéreo de tropas e cargas, missões de interesse público, patrulhamento marítimo e operações de busca e salvamento.
Com a chegada da terceira aeronave modernizada, o programa aproxima-se da sua fase final, garantindo que a frota C-130H continue a desempenhar um papel central no dispositivo aéreo português.■
sábado, 16 de agosto de 2025
OS INCENDIOS EM PORTUGAL --- OS CULPADOS !!!!!!!
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Portugal é um país maravilhoso, mas padece de uma corrupção asquerosa !!!
Vejam o vídeo até ao fim.
Podiam usar os aviões C-130.
Após verem os videos leiam o artigo abaixo.
https://www.youtube.com/watch?v=XHfa5AOyTkw
https://ramirolopesandrade.blogspot.com/2017/10/porque-nao-usamos-os-5-avioes-hercules.html
sábado, 28 de outubro de 2017
Porque não usamos os 5 aviões Hércules da Força Aérea Portuguesa no combate aos incêndios ---- a frota de 5 Hercules está parada com os pilotos a coçarem o saco o dia todo. Poderiam fazer igual ao que faz a Força Aérea Brasileira ----- MAS ISTO NÃO PODE NÃO É ANTONIO MONHÉ COSTA BOSTA , ASSASSINO DE 110 PORTUGUESES MORTOS NO INCÊNDIOS 2017, TEMOS QUE ALUGAR AVIÕES, ASSIM TEUS AMIGOS BOYS ENCHEM OS BOLSOS, E LHES PAGAM FÉRIAS EM PARIS, IGUAL AO TEU QUERIDO SÓCRATES 44 ........ BANDIDOS MAÇONS DE MERDA !!!!! MORRAM TODOS CANALHAS.
Com apenas um Hércules C-130, é possivel despejar 48 mil litros por dia ( apenas 4 vôos diários ), em 2 descargas controladas por vôo, de 6 mil litros cada ( 12 mil litros por vôo ).
Os Hércules C130, conseguem em cada vôo, lançar 12 mil litros, cobrindo um comprimento de 500 metros.
Podem conter facilmente qualquer incêndio nas fases iniciais.
Mais que qualquer helicóptero ou Canadier que leva 5 mil litros por viagem.
Com apenas 3 Hércules da FAP, que tem apenas que montar o equipamento para as descargas.
Os aviões existem, se podia lançar 144 mil litros por dia, em 24 lançamentos de 6000 litros cada.
Tomem vergonha na cara seus filhas da putas, que matam portugueses.
A PJ prende, os juízes soltam, canalhas, deviam ser queimados numa fogueira junto com os políticos + incendiários + os madeireiros e serrações + os donos das empresas que alugam os aviões, e mandam incendiar e matar portugueses.
Até quando vamos aguentar isto ....... até quando ???
Ramiro Lopes Andrade
Hércules C-130 libera cerca de 50 mil litros de água/dia na Chapada dos Veadeiros - Brasil
No segundo dia de operação, tripulação destaca a grande quantidade de fumaça que dificulta o acesso aos pontos mais afectados
Por dia, estão previstas quatro partidas para a área de preservação ambiental e cerca de 50 mil litros de água despejados para combater o fogo.
Anápolis, onde está situada a Ala 2, foi escolhida como a cidade de apoio para a operação.
Uma cortina de fumaça e o alto tráfego de aeronaves na região – que estão ajudando no combate ao incêndio – além do fato de ser uma região montanhosa têm sido os desafios da missão.
“A área é bem extensa e são muitos focos de incêndio.
A fumaça atrapalha a nossa visualização durante a descida e, por isso, a coordenação tem que ser bem feita”, acrescenta.
Duas piscinas de 22 mil litros de água ficam cheias para que o reabastecimento da aeronave aconteça o mais rápido possível.
“A gente prepara a aeronave para abastecer e decolar o mais rápido possível”, afirma o Suboficial André Luiz da Costa Reis, coordenador da equipe de solo.
Juiz Liberta Madeireiro Suspeito
de 10 Incêndios

https://bombeiros24.pt/juiz-liberta-madeireiro-suspeito-10-incendios/
sábado, 12 de abril de 2025
Á verdade sobre o sistema politico, que destrói nossas sociedades .......... vejam este video até ao fim ( 1º Annual Summit in the European Parlament ----- ECONOMIC FREEDOM /// Este vídeo é esclarecedor de como somos constantemente enganados por uma classe política corrupta juntamente com a imprensa vendida.
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A verdade do Socialismo ( PSD / PS / CDS / BE / PCP / IL ), são todos corruptos que escravizam seu povo.
Acordem Portugueses !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Este vídeo é esclarecedor de como somos constantemente enganados por uma classe política corrupta juntamente com a imprensa vendida.
https://www.youtube.com/watch?v=ZfmI411aoV4&fbclid=IwY2xjawJndZ9leHRuA2FlbQIxMQABHgBAeKm2JGOAvAgi19c3AnH6m_R1vDZtcN5oyFAIUeUqpnRhj6uhaB1UaGh2_aem_c1lWhtU1o9Fi1WcSZtQULg
sábado, 22 de fevereiro de 2025
Chegou um novo protocolo para o tratamento do câncer, que deveria destruir a indústria do câncer multimilionário. O protocolo confirma que a verdadeira natureza do câncer é um parasita, portanto a ivermectina em combinação com mebendazol e fendazol é tão eficaz.
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Saiba mais: Aviso
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Cureu
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2024 Mar 12;16(3):e56025. doi: 10.7759/cureus.56025
Ivermectina: Um
Medicamento Multifacetado com Potencial Além da Terapia Antiparasitária
Baneet Kaur 1 , Cyril
Blavo 2 , Mayur S
Parmar 3, ✉
Editores: Alexander
Muacevic , John R Adler
- Informações
do autor
- Notas do artigo
- Informações
sobre direitos autorais e licença
PMID:
PMC11008553 PMID: 38606261
Resumo
A ivermectina foi descoberta pela primeira vez na
década de 1970 pelo microbiologista japonês Satoshi Omura e pelo
parasitologista irlandês William C. Campbell. A ivermectina se tornou um
fármaco versátil nos últimos 50 anos. A ivermectina é um derivado da avermectina
originalmente usada para tratar infecções parasitárias. A literatura emergente
sugeriu que seu papel vai além disso e pode ajudar a tratar condições
inflamatórias, infecções virais e cânceres. Os efeitos antiparasitários,
anti-inflamatórios, antivirais e anticâncer da ivermectina foram explorados.
Seu mecanismo tradicional de ação em doenças parasitárias, como sarna e
malária, repousa em sua capacidade de interferir nos canais de cloreto
dependentes de glutamato em invertebrados e na falta de glicoproteína P em
muitos parasitas. Mais recentemente, foi descoberto que a capacidade da
ivermectina de bloquear o fator nuclear kappa-light-chain enhancer da via B
ativada (NF-κB) que modula a expressão e a produção de citocinas
pró-inflamatórias está implicada em seu papel como um agente anti-inflamatório
para tratar rosácea. A ivermectina também foi avaliada para tratar infecções
causadas por vírus, como SARS-CoV-2 e adenovírus, por meio da inibição do
transporte de proteína viral e atuando na interface importina α/β1. Também foi
sugerido que a ivermectina pode inibir a proliferação de células tumorigênicas
por meio de várias vias que levam ao tratamento de certos tipos de câncer. A
revisão teve como objetivo avaliar seus efeitos multifacetados e potenciais
aplicações clínicas além de seu uso tradicional como um agente anti-helmíntico.
Palavras-chave: fator nuclear kappa-light-chain enhancer de
células b ativadas (nf-κb), malária, anticâncer, antiviral, antiinflamatório,
antiparasitário, ivermectina
Introdução e contexto
Desde sua descoberta na década de 1970 pelo
microbiologista japonês Satoshi Omura e pelo parasitologista irlandês William
C. Campbell, a ivermectina se tornou um fármaco versátil. Embora bem
reconhecida por seu uso em diversos cenários clínicos, ela também teve um
profundo impacto humanitário, tratando milhões de pessoas, particularmente as
mais pobres do mundo [ 1 ].
A ivermectina é um derivado da avermectina e é um composto de lactona
macrocíclica. As avermectinas são isoladas da bactéria do solo Streptomyces
avermitilis [ 2 ].
Desde seu início, a ivermectina revolucionou o tratamento e o controle de
várias infecções parasitárias.
A ivermectina foi disponibilizada comercialmente pela
empresa farmacêutica norte-americana Merck Sharp and Dohme (MSD) para uso em
medicina veterinária em 1981 [ 1 ].
Após sua aplicação bem-sucedida como um poderoso agente anti-helmíntico em
animais, a ivermectina foi reconhecida por cientistas por seu potencial contra
um patógeno humano semelhante, Onchocerca volvulus. O medicamento foi então
desenvolvido e testado quanto aos seus efeitos antiparasitários em humanos em
uma série de ensaios clínicos [ 3 - 8 ].
Esses esforços culminaram na aprovação da ivermectina para uso humano, marcando
sua introdução para uso terapêutico em humanos no final da década de 1980
[ 1 , 3 ].
A ivermectina foi usada pela primeira vez para tratar oncocercose, comumente
conhecida como oncocercose, e evoluiu como um agente de escolha para uma ampla
gama de infecções parasitárias.
O modo de ação da ivermectina é baseado em sua
capacidade de inibir seletivamente os canais de cloreto dependentes de
glutamato (GluCls) em concentrações nanomolares em invertebrados [ 9 - 13 ].
Esses canais não são expressos em vertebrados [ 2 ].
A inibição desses canais afeta a alimentação, a motilidade e a reprodução
[ 2 ].
Em concentrações mais altas, a ivermectina pode interagir com vários receptores
em invertebrados e vertebrados, incluindo ácido gama-aminobutírico, glicina, histamina
e receptores nicotínicos de acetilcolina [ 2 ].
Por meio de seus efeitos em altas e baixas concentrações, a ivermectina induz a
morte de agentes parasitários. Em humanos e outros vertebrados, a glicoproteína
P (P-gp), também conhecida como proteína 1 de resistência a múltiplas drogas
(MDR1), exerce um efeito protetor [ 14 , 15 ].
É expresso na barreira hematoencefálica e atua como uma bomba de efluxo,
desviando a ivermectina para fora do sistema nervoso central (SNC) [ 15 ].
Em alguns animais, como cães e cavalos, a ausência de P-gp pode levar à
toxicidade, com manifestações de sonolência, coma e até morte [ 2 ].
A ivermectina oral é a única via de administração
aprovada para uso humano; no entanto, recentemente, demonstrou ser eficaz
topicamente [ 16 - 18 ].
Tem um perfil de segurança bem estabelecido em adultos com uma taxa
significativamente baixa de reações adversas [ 19 ].
Uma exceção a isso é seu risco bem documentado no tratamento de loíase e
oncocercose, onde a morte de altas cargas de microfilárias pode levar à
encefalopatia grave [ 19 ].
Apesar dessas preocupações, há literatura documentando sua segurança em
crianças pequenas [ 2 ].
No entanto, ainda há falta de suporte na literatura quanto à sua segurança em
mulheres grávidas, portanto, seu uso é desaconselhável nessa população.
Atualmente, a ivermectina é usada para tratar uma
ampla gama de infecções por nematoides em humanos, incluindo oncocercose,
estrongiloidíase, loíase, ascaridíase, filariose, larva migrans cutânea,
gnatostomíase e tricuríase, e infestações por artrópodes causadas por Sarcoptes
scabiei, Demodex e Pediculosis [ 1 ].
A ivermectina está atualmente sendo avaliada e sob estudo extensivo em ensaios
clínicos para seu uso potencial no tratamento de infecções parasitárias
transmitidas por mosquitos e como uma estratégia complementar para redução por
meio da administração em massa de medicamentos [ 20 - 24 ].
Embora seus efeitos antiparasitários sejam bem documentados, a atividade
antiinflamatória da ivermectina foi recentemente descoberta [ 25 ].
Isso segue sua aprovação pela Food and Drug Administration (FDA) dos EUA e pela
União Europeia para o tratamento da rosácea. A literatura emergente destaca o
uso potencial da ivermectina como um candidato promissor para terapia
anticâncer [ 26 - 29 ].
Vários estudos abordaram sua atividade antiviral contra uma ampla gama de
vírus, levando à sua exploração para uso no tratamento do SARS-CoV-2 durante a
mais recente pandemia global [ 30 ].
O campo da medicina está em constante evolução, e é
importante continuar atualizando nossa compreensão da farmacologia de
medicamentos e suas potenciais aplicações. A ivermectina, que é
tradicionalmente usada como um agente anti-helmíntico, demonstrou ter uma gama
de efeitos além de seu uso antiparasitário inicial. Este artigo de revisão teve
como objetivo avaliar os efeitos multifacetados do tratamento com ivermectina e
explorar sua potencial aplicação clínica para outras doenças. Dada a crescente
evidência da atividade de amplo espectro da ivermectina, é oportuno e
necessário realizar esta revisão abrangente, potencialmente levando a
estratégias terapêuticas mais eficazes e versáteis no futuro.
Análise
Na Tabela 1 ,
resumimos os usos autorizados e recomendados da ivermectina pela FDA e pela
Organização Mundial da Saúde (OMS), bem como seu status experimental para
várias condições.
Tabela 1. Ivermectina, um medicamento
multifacetado.
Resume
o status de ivermectina aprovado pela FDA e investigacional para várias
condições. Observe que essas informações são apenas para fins informativos e
não constituem aconselhamento médico. Sempre consulte um profissional de saúde
para quaisquer perguntas ou preocupações. Além disso, a pesquisa está em andamento,
por isso é importante se manter informado sobre os últimos desenvolvimentos.
FDA, Administração de Alimentos e Medicamentos dos
EUA; OMS, Organização Mundial da Saúde
|
Indicações terapêuticas |
Aprovado pela FDA |
Pesquisa investigativa |
Principais notas |
|
Infecções
parasitárias |
|||
|
Estrongiloidíase intestinal (causada por
Strongyloides stercoralis) |
✔️ |
|
|
|
Oncocercose
(cegueira dos rios causada por Onchocerca volvulus) |
✔️ |
|
Ativo
somente contra microfilárias teciduais de Onchocerca volvulus. Nenhuma
atividade contra O. volvulus adulto. |
|
Filariose linfática (causada por Wuchereria
bancrofti) |
X |
✔️ |
Medicamento importante (recomendação da OMS) como
parte do regime de administração de medicamentos em massa. A ivermectina é
preferida para tratar filariose linfática em áreas com oncocercose.
Principalmente em combinação com outros medicamentos, eficaz contra as
microfilárias circulantes de W. bancrofti. |
|
Escabiose
(causada por Sarcoptes scabiei) |
X |
✔️ |
Medicamentos
para sarna agora estão na lista de medicamentos essenciais da OMS. A
ivermectina não é aprovada pela FDA para sarna, mas é eficaz no tratamento de
infecções causadas por S. scabiei (sarna), sarna crostosa (norueguesa) ou
sarna superinfectada. A ivermectina pode ser administrada oralmente ou
topicamente usando uma loção de 0,5% para essas condições. |
|
Condições da pele |
|||
|
Rosácea
(doença inflamatória da pele) |
✔️ |
|
Aplicação
tópica (produto: creme a 1%). Eficaz para pápulas e pústulas (forte evidência
de ensaio clínico, mas apenas um pouco eficaz para rubor (evidência fraca de
ensaio clínico). |
|
Outros usos potenciais (sob investigação) |
|||
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COVID-19
(causada pelo SARS-CoV-2) |
X |
✔️ |
Estudos em
larga escala mostram resultados inconclusivos ou negativos. |
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Adenovírus |
X |
✔️ |
Pesquisa em estágio inicial |
|
Doenças
autoimunes |
X |
✔️ |
Pesquisa
limitada e preliminar |
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Câncer |
X |
✔️ |
Pesquisa em estágio inicial |
Atividade antiparasitária
A introdução da ivermectina como um agente
antiparasitário na medicina veterinária abriu caminho para seu uso no
tratamento de infecções parasitárias em humanos, que foi seu primeiro uso
estabelecido e conhecido em humanos. A ivermectina foi inicialmente introduzida
para tratar oncocercose e demonstrou controlar e eliminar com sucesso a
infecção por meio da administração em massa de medicamentos [ 2 ].
Ela tem indicações para uso em uma ampla gama de outras infecções parasitárias,
incluindo, mas não se limitando a, estrongiloidíase, loíase, ascaridíase, filariose,
larva migrans cutânea, gnatostomíase, escabiose e pediculose [ 1 ].
Aproximadamente 250 milhões de pessoas usam ivermectina anualmente para
controlar várias doenças parasitárias [ 16 ].
O mecanismo de ação da ivermectina em parasitas depende de sua capacidade de
interferir nos canais de cloreto dependentes de glutamato em invertebrados e da
falta de P-gp em muitos parasitas [ 9 - 13 ].
A próxima seção se concentrará no uso de ivermectina no tratamento da sarna,
onde foi avaliada como um agente de primeira linha, e examinará seu potencial
como um agente antimalárico.
Sarna
A escabiose é uma infestação parasitária da pele
causada pelo ácaro Sarcoptes scabiei. Recentemente, foi observado que sua
incidência está aumentando em humanos [ 31 - 33 ].
Ácaros fêmeas grávidas cavam profundamente na camada superior da pele humana, o
estrato córneo, e residem lá por uma vida de quatro a seis semanas [ 34 , 35 ].
Durante esse período, eles colocam ovos que eclodem em dois a três dias,
produzindo larvas que amadurecem em 9 a 17 dias [ 34 , 35 ].
Os ácaros machos morrem logo depois, enquanto a presença de ácaros fêmeas causa
sintomas. Os sinais e sintomas clínicos geralmente pioram à noite, incluindo
uma erupção cutânea significativamente pruriginosa que é papular ou
papuloesicular e frequentemente distribuída simetricamente [ 35 ].
As áreas comumente afetadas incluem as axilas, espaços interdigitais das mãos e
pés, cinturas e nádegas. O ácaro microscópico da sarna é transmitido principalmente
por meio do contato direto e prolongado de pele com pele com uma pessoa
infectada (Centers for Disease Control and Prevention). Um hospedeiro infectado
pode espalhar a sarna mesmo na ausência de sintomas. É crucial observar que a
infestação é uma transmissão estritamente de humano para humano e que os
animais não servem como vetores para a sarna humana.
A terapia de primeira linha para a sarna tem sido
historicamente a permetrina tópica, uma piretrina sintética, embora relatos
recentes indiquem a eficácia decrescente desse agente de primeira linha [ 36 , 37 ].
A permetrina funciona interrompendo a corrente do canal de sódio através das
membranas neuronais dos ácaros. Essa interrupção leva à repolarização tardia,
resultando em paralisia e, eventualmente, morte dos ácaros. Outras opções de
tratamento para a sarna incluem crotamiton tópico, benzoato de benzila, loção
de lindano a 1% ou enxofre a 10% [ 37 ].
A ivermectina oral e tópica são opções de tratamento aprovadas para a sarna
[ 35 , 38 ].
O papel da ivermectina contra a sarna é baseado em seu modo de ação como um
agente antiparasitário que inibe seletivamente os canais de cloreto dependentes
de glutamato (GluCls) em concentrações mais baixas em parasitas. Por meio da
inibição desses canais, funções como alimentação, motilidade e reprodução são
afetadas pelos parasitas e podem levar à morte.
Uma revisão sistemática e meta-análise de 2018
conduzida por Dhana et al. descobriu que a ivermectina oral foi menos eficaz do
que a permetrina tópica a 5% [ 39 ].
Os autores relataram que a terapia combinada compreendendo ivermectina oral e
permetrina tópica é segura e pode até mesmo aumentar a eficácia de cada agente.
Os autores também observaram que a ivermectina tópica pode ter um perfil de
eficácia semelhante ao da permetrina tópica, mas estudos conclusivos adicionais
ainda precisam ser conduzidos. O uso de ivermectina oral precisa ser mais
explorado, particularmente no tratamento de resistência à permetrina tópica ou
problemas de conformidade. A ivermectina oral, a ivermectina tópica e a
permetrina a 5% foram bem toleradas e associadas a baixas taxas de falha do
tratamento [ 39 ].
A ivermectina oral foi comparada à loção tópica de lindano a 1%, um inseticida
organoclorado, em um estudo de 2012 conduzido por Mohebbipour et al. No
intervalo de uma semana, descobriu-se que uma dose única de ivermectina oral
foi tão eficaz quanto o dobro da aplicação de loção de lindano a 1% [ 40 ].
No entanto, duas doses de ivermectina mostraram-se superiores à loção de
lindano a 1% no acompanhamento de quatro semanas. Esses estudos demonstram o
potencial da ivermectina oral e tópica para o tratamento eficaz da escabiose.
Notavelmente, uma vez que a ivermectina é o único agente oral atualmente
disponível para o tratamento da escabiose, onde há problemas de custo, falta de
desejo de usar agentes tópicos, baixa adesão aos agentes tópicos ou resistência
a terapias de primeira linha, como a permetrina, a ivermectina pode ser uma
escolha razoável para o tratamento da escabiose.
Malária
Tem havido um interesse crescente no uso potencial da
ivermectina para o controle da malária. A malária é uma doença parasitária
fatal transmitida pela picada de uma fêmea infectada do mosquito Anopheles
[ 41 ].
Das cinco espécies de Plasmodium responsáveis pela malária, o Plasmodium
falciparum é considerado o mais letal/predominante [ 41 ].
Os pacientes frequentemente relatam sintomas como febre, calafrios, dor de
cabeça, suor e mal-estar e podem apresentar sinais de icterícia. A malária
grave pode resultar em falência de órgãos. O tratamento geralmente envolve
medicamentos antimaláricos, como cloroquina ou terapias combinadas à base de
artemisinina (ACTs) [ 41 ].
O papel potencial da ivermectina no tratamento da malária
é por meio do controle e transmissão de vetores. A chave para controlar a
infecção é prevenir a transmissão do parasita Plasmodium de humano para vetor.
O mosquito Anopheles depende de canais de cloreto controlados por glutamato
para função sensorial e motora [ 2 ].
Como a ivermectina pode inibir seletivamente esses canais de cloreto
controlados por glutamato, essas funções essenciais são inibidas em mosquitos
Anopheles, levando à morte [ 42 ].
Em humanos, a ivermectina oral demonstrou atingir concentrações séricas que
podem matar mosquitos após a refeição de sangue, prevenindo a transmissão do
parasita plasmodium para outra pessoa [ 43 ].
O efeito promissor da ivermectina pode ser aumentado por meio de seu efeito
esporontocida [ 43 ].
Modelagem atual e estudos de campo conduzidos por Bellinger et al. sugerem que
a coadministração de terapias combinadas de ivermectina e artemisinina (ACTs)
pode ser eficaz ao atingir os efeitos mosquitocidas e a transmissão da malária
[ 43 ].
O estudo Repeat Ivermectin Mass Drug Administration for Control of Malaria
(RIMDAMAL) avaliou o impacto da ivermectina na incidência cumulativa de malária
não complicada [ 44 ].
Os resultados mostraram uma redução na incidência de malária não complicada em
crianças <5 anos de idade [ 44 ].
No entanto, os métodos estatísticos usados para essas análises foram
questionados [ 45 , 46 ].
Ensaios mais extensos estão agora em andamento para recuperar dados mais
conclusivos sobre o papel da ivermectina no controle da malária [ 47 ].
Atividade anti-inflamatória
O papel da ivermectina como um agente
anti-inflamatório só foi compreendido recentemente. Esta é uma parte integrante
do seu uso como um agente anti-helmíntico. A ivermectina é agora conhecida por
desempenhar um papel imunomodulador que suprime as respostas inflamatórias em
humanos [ 48 ].
Ela inibe a produção de citocina induzida por lipossacarídeos (LPS) [ 49 ].
Os receptores Toll-like em macrófagos reconhecem LPS, o que leva à expressão
sequencial e secreção de citocinas pró-inflamatórias, como o fator de necrose
tumoral α (TNF-α), interleucina 6 (IL-6) e integrina-β6 [ 48 ].
Isto é possível pela capacidade da ivermectina de bloquear o fator nuclear
kappa-light-chain enhancer da via B ativada (NF-κB) que modula a expressão e
produção de citocinas pró-inflamatórias [ 49 ].
Isto impede que o receptor Toll-like 4 inicie uma cascata que leva à produção
de citocinas pró-inflamatórias. Sugere-se que este modo de ação explica por que
a ivermectina pode ser útil em ambientes de unidade de terapia intensiva com
riscos aumentados de infecções bacterianas mediadas por LPS [ 50 ].
Ali et al. demonstraram que níveis aumentados de IL-17 na rosácea levaram à
produção de citocinas pró-inflamatórias, como IL-1 e TNFα, por meio da via do
fator nuclear kappa-light-chain enhancer of activated B (NF-κB), que é
novamente inibida pela ivermectina [ 51 ].
Isso impede que o NF-kB permita que a IL-17 produza citocinas
pró-inflamatórias, como IL-1 e TNFα. Além disso, a ivermectina demonstrou
inibir o transdutor de sinal e o ativador da transcrição 3 (STAT-3), que é
responsável pela regulação positiva dos marcadores pró-inflamatórios em
macrófagos [ 50 , 52 ].
A capacidade da ivermectina de modular a produção de citocinas pró-inflamatórias
desempenha um papel vital em uma ampla gama de condições patológicas.
Rosácea
Rosácea é uma doença de pele crônica, progressiva e
inflamatória. Com uma prevalência de quase 5,5%, é um distúrbio que pode causar
uma grande carga de doença, incluindo seu impacto na autoestima e na qualidade
de vida dos indivíduos afetados [ 53 ].
A rosácea geralmente envolve o rosto e inicialmente se apresenta com eritema
recorrente, telangiectasia e rubor [ 53 ].
À medida que a doença progride, ela se apresenta com eritema persistente com
papulopústulas, pápulas foliculares e pústulas [ 54 ].
Radiação ultravioleta, alimentos picantes, estresse e álcool são gatilhos bem
conhecidos para esta doença [ 51 ].
A patogênese da rosácea, embora não totalmente compreendida, é considerada
multifacetada. Entre os mecanismos significativos postulados estão a resposta
imune anormal e a desregulação neurovascular [ 51 ].
Em 2019, Ali et al. discutiram a probabilidade de um papel fundamental da IL-17
na patogênese da rosácea [ 51 ].
Essa teoria emergente já é alvo de vários agentes terapêuticos atuais usados
para tratar a rosácea.
Atualmente, não há cura para a rosácea. A maioria dos
agentes aprovados no mercado proporciona alívio sintomático. Metronidazol
tópico, ácido azelaico e ivermectina são todos aprovados para tratamento de
rosácea [ 53 ].
Doxiciclina e isotretinoína em baixas doses também contribuem para o tratamento
da rosácea [ 54 ].
Um laser de corante pulsado (PDL) tem sido usado com sucesso para tratar os
componentes vasculares da rosácea [ 55 ].
A ivermectina desempenha um papel no tratamento da rosácea por meio de sua
capacidade de suprimir marcadores e respostas inflamatórias. Ao inibir a via do
fator nuclear kappa-light-chain enhancer of activated B cells (NF-κB), a
ivermectina pode prevenir a cascata de IL-17 e reduzir a expressão e secreção
de citocinas pró-inflamatórias, como IL-1 e TNFα [ 51 ].
Foi descoberto que pacientes com rosácea apresentam níveis aumentados de ácaros
Demodex na pele [ 56 ].
Acredita-se que o papel da ivermectina como agente antiparasitário desempenhe
um papel adicional no tratamento da rosácea, reduzindo a infestação do ácaro
Demodex e proporcionando alívio sintomático [ 56 ].
Uma revisão sistemática de 2018 por Ebbelaar et al.
descobriu que a ivermectina tópica era uma opção eficaz para o tratamento da
rosácea papulopustulosa. Parecia ser mais eficaz do que o metronidazol tópico
[ 18 ].
No entanto, aproximadamente dois terços da população de pacientes apresentaram
recaída dentro de 36 semanas após a interrupção de qualquer tratamento. Outro
estudo por Osman et al. buscou determinar a eficácia do PDL sozinho versus em
combinação com ivermectina tópica a 1% no tratamento da rosácea. Nos três meses
de acompanhamento, os pacientes que receberam o tratamento combinado tiveram
uma melhora clínica melhor do que aqueles com terapia PDL sozinha [ 55 ].
No entanto, a diferença não foi estatisticamente significativa. Os autores
concluíram que o PDL pode ser mais eficaz quando combinado com ivermectina tópica
a 1% [ 55 ].
Esses estudos demonstram o potencial da ivermectina como terapia combinada para
rosácea e a necessidade de explorar o uso da ivermectina para o tratamento da
rosácea recorrente.
Atividade antiviral
Na última década, muitas pesquisas investigaram o
potencial da ivermectina como um agente antiviral. Sabe-se que os vírus têm a
capacidade de se transportar para o núcleo e assumir a atividade do hospedeiro.
Essa capacidade é frequentemente possibilitada por importações nucleares de
proteínas virais, como o heterodímero importina (IMP)-α/β1 [ 57 ].
A ivermectina é um desses agentes que tem como alvo a interface IMP-α/β1 ao
inibir a ligação de IM-α/β1 a várias proteínas virais [ 57 ].
Por meio desse mecanismo, a ivermectina pode ter efeitos antivirais em vírus
que dependem dessa interface, como o vírus da imunodeficiência humana-1
(HIV-1), dengue (DENV), Zika (ZIKV), vírus do Nilo Ocidental (WNV), vírus da
encefalite equina venezuelana, chikungunya e SARS-CoV-2 (COVID-19) [ 58 ].
Além disso, a ivermectina demonstrou em alguns estudos ser um inibidor da
replicação viral [ 59 - 62 ].
A seção abaixo se concentrará no uso controverso da ivermectina no tratamento
da COVID-19 e sua aplicação no tratamento de adenovírus humanos.
SARS-CoV-2
No contexto da pandemia mais recente, a ivermectina
atraiu atenção significativa devido às suas potenciais implicações terapêuticas
no tratamento da COVID-19. Seu modo de ação no tratamento da COVID-19 é baseado
no fato de que a ivermectina pode inibir o transporte de proteínas virais
através do IMP-α/β1 [ 57 ].
Além disso, a característica anti-inflamatória da ivermectina pode explicar seu
impacto potencial em agentes infecciosos como a COVID-19. Uma tempestade de
citocinas na COVID-19 grave foi descrita, que envolve a regulação positiva de
STAT-3 de citocinas pró-inflamatórias [ 50 ].
Foi demonstrado que a ivermectina inibe o STAT-3, portanto, pode ajudar a
tratar casos graves de COVID-19. Estudos in vitro de ivermectina demonstraram
que ela mata o SARS-CoV-2 em 48 horas [ 30 ].
A inibição do SARS-COV-2 pela ivermectina in vitro foi avaliada pela
quantificação da carga viral usando PCR em tempo real [ 30 ].
Marques et al. relataram que atualmente há 81 ensaios clínicos sendo realizados
em todo o mundo sobre o uso clínico de ivermectina [ 30 ].
Marques et al. citam um único estudo isolado no qual pacientes diagnosticados
com SARS-CoV-2 que receberam pelo menos uma dose de ivermectina durante a hospitalização
foram associados a menor mortalidade, particularmente entre aqueles com maiores
necessidades de oxigênio e ventilação [ 30 ].
Jans et al. citam um estudo em Bangladesh que descobriu que nenhum dos 115
pacientes que receberam uma única dose de ivermectina desenvolveu complicações
cardiovasculares ou pulmonares, enquanto em 133 controles, 9,8% desenvolveram
pneumonia e 1,5% tiveram um acidente vascular cerebral isquêmico [ 58 ].
O mesmo estudo revelou que os pacientes tratados com ivermectina fizeram a
transição para um estado COVID-19 negativo em um curto espaço de tempo, com uma
mediana de quatro dias em comparação com 15 dias nos controles.
No entanto, Deng et al. conduziram uma meta-análise de
ensaios clínicos randomizados. Eles descobriram que o uso de ivermectina não
foi associado a uma redução no tempo de depuração viral, duração da
hospitalização, incidência de mortalidade ou ventilação mecânica [ 63 ].
Esses autores citam a qualidade baixa a moderada das evidências nesta busca e
identificam a necessidade de mais ensaios para esclarecer o uso de ivermectina
no tratamento da COVID-19. Em uma meta-análise recente, Marcolino et al.
avaliaram 25 ensaios clínicos randomizados totalizando mais de 6.000 pacientes
e descobriram que a ivermectina não reduz o risco de mortalidade ou os
requisitos de ventilação mecânica [ 64 ].
Além disso, uma meta-análise de 2023 sobre o uso de ivermectina para medidas
profiláticas pós-exposição no tratamento da COVID-19 revelou que a ivermectina
não exerceu um efeito protetor nessa população [ 65 ].
Este estudo de Hu et al. observou um efeito protetor plausível da ivermectina
em populações pré-expostas. No entanto, os autores alertaram que os resultados
deste estudo devem ser interpretados com cautela devido à baixa qualidade das
evidências neste subconjunto de pacientes [ 65 ].
Isso sugere que pesquisas adicionais são necessárias para verificar essas
descobertas e determinar a utilidade potencial da ivermectina neste contexto.
Embora ensaios clínicos randomizados isolados possam mostrar algum benefício em
alguns estudos, os estudos mais recentes de larga escala e meta-análises
sugerem que o papel da ivermectina no tratamento da COVID-19 em humanos é
ineficaz e inconclusivo. O FDA não autorizou ou aprovou o uso de ivermectina
para prevenir ou tratar a COVID-19 em humanos ou animais.
Adenovírus
Os adenovírus humanos são geralmente conhecidos por
causar sintomas leves, mas indivíduos imunocomprometidos ou vulneráveis (como
a população pediátrica) podem desenvolver doença disseminada grave [ 59 ].
Um dos desafios é que atualmente não há nenhum agente antiviral eficaz
conhecido para tratar doenças causadas por adenovírus. Os adenovírus também são
conhecidos por depender da interface importina α/β1 para obter acesso ao
envelope nuclear [ 59 ].
Este é um método pelo qual a ivermectina pode funcionar com adenovírus. King et
al. também descobriram que a ivermectina inibe a transcrição do gene inicial do
adenovírus humano C5 (HAdV-C5), a replicação do genoma, a expressão proteica
inicial e tardia e até mesmo a produção de progênie viral infecciosa [ 59 ].
A inibição da produção geral da progênie infecciosa do HAdV-C5 pela ivermectina
foi dependente da dose [ 59 ].
A ivermectina também inibiu a replicação genômica do adenovírus humano B3
(HAdV-B3), que foi associado a vários surtos recentes. No entanto, não afeta o
adenovírus humano E4 (HAdV-E4) [ 59 ].
King et al. também relataram descobertas de ivermectina afetando a ligação de
proteínas E1A virais ao IMP-α sem afetar a interação IMP-α/β1 [ 59 ].
É importante notar que essas descobertas foram demonstradas in vitro. O
potencial da ivermectina no tratamento de adenovírus humanos e outros vírus,
nesse caso, está em sua infância. Os mecanismos antivirais emergentes da
ivermectina foram elucidados apenas recentemente, abrindo caminho para futuros
estudos in vivo sobre a eficácia da ivermectina no tratamento de condições
virais.
Atividade anticancerígena
A versatilidade da ivermectina continua a se revelar,
com muitas pesquisas sobre seu papel como um potencial medicamento anticâncer.
É postulado que a ivermectina pode inibir a proliferação de células
tumorigênicas por meio de várias vias. Os pesquisadores notaram pela primeira
vez os efeitos anticâncer da ivermectina em 2015 por meio de sua capacidade de
induzir autofagia em células cancerígenas [ 66 ].
Embora a autofagia possa ser um mecanismo de sobrevivência para células
cancerígenas por meio do qual organelas danificadas são removidas e nutrientes
são reciclados, foi recentemente demonstrado que a autofagia também pode ser
induzida por agentes que suprimem células cancerígenas [ 67 ].
Vários modos de ação que apoiam a teoria de que a ivermectina induz apoptose em
certos tipos de câncer foram recentemente propostos [ 67 - 70 ].
Os papéis potenciais da ivermectina no tratamento de diferentes tipos de câncer
foram explorados. Isso inclui câncer de mama, câncer gástrico, carcinoma
hepatocelular, carcinoma de células renais, câncer de próstata, leucemia,
câncer cervical, câncer de ovário, glioblastoma, câncer de pulmão, carcinoma
nasofaríngeo e melanoma [ 26 ].
O mecanismo anticâncer da ivermectina varia entre os cânceres. Aqui, o modo de
ação postulado no câncer de mama e glioblastoma é descrito. No geral, os
efeitos anticâncer da ivermectina são limitados aos efeitos observados em
linhagens celulares humanas. Como este é um novo horizonte para o tratamento
com ivermectina, a literatura que avalia este medicamento em ensaios clínicos
em humanos é escassa.
Câncer de mama
O câncer de mama é a principal causa de câncer entre
mulheres em todo o mundo [ 26 ].
Um estudo revelou que após o tratamento com ivermectina, a proliferação de
células do câncer de mama é significativamente reduzida in vitro e in vivo
[ 67 ].
Foi demonstrado que a ivermectina inibe a via Akt/mTOR, que induz a autofagia
em linhas de células de câncer de mama humano [ 26 , 67 ].
Ela promove o bloqueio da via Akt/mTOR por meio da degradação mediada por
ubiquitinação da cinase ativada por p-21 (PAK1) [ 67 ].
O direcionamento da PAK1 pela ivermectina pode abrir seu uso em outros tipos de
câncer, já que a PAK1 é necessária para o crescimento em mais de 70% dos
cânceres humanos, incluindo tumores de pâncreas, cólon, próstata e
neurofibromatose, além do câncer de mama [ 71 ].
O câncer de mama triplo-negativo, estrogênio,
progesterona e receptor do fator de crescimento epidérmico humano 2 (HER2)
negativo carregam o pior prognóstico de câncer de mama, pois essas são as
formas mais agressivas de câncer de mama [ 26 ].
Atualmente, não há terapia eficaz conhecida para tratar esse subtipo de câncer.
Foi demonstrado que a ivermectina imita o domínio de interação SIN-3 (SID) para
bloquear a interação entre SID e a α-hélice-2 pareada [ 72 ].
Também foi demonstrado que a ivermectina restaura a sensibilidade dos cânceres
de mama triplo-negativos ao tamoxifeno, um medicamento anticâncer comumente
usado, regulando a expressão do gene E-caderina relacionado à transição
epitelial-mesenquimal (EMT) [ 72 ].
Dadas essas descobertas promissoras, investigações adicionais dos novos
mecanismos de ação da ivermectina no câncer de mama são cruciais. Isso pode
abrir caminho para sua aplicação como um agente terapêutico no tratamento do
câncer de mama.
Glioblastoma
O glioblastoma é um dos tipos mais letais de tumores
cerebrais, com um tempo médio de sobrevivência de 14-17 meses [ 73 ].
Foi demonstrado que a ivermectina inibe a proliferação de células de
glioblastoma humano de forma dose-dependente [ 26 ].
A ivermectina pode induzir apoptose de forma caspase-dependente nessas células,
o que está relacionado à indução de disfunção mitocondrial e estresse oxidativo
[ 69 ].
A ivermectina inibe a angiogênese induzindo apoptose em células endoteliais
microvasculares do cérebro humano [ 69 ].
Isso permite que a ivermectina previna a angiogênese e a metástase tumoral, o
que pode ser um efeito anticâncer valioso. Também foi demonstrado que a
ivermectina inibe a proliferação dessas células bloqueando a via Akt/mTOR
[ 69 , 74 ].
No entanto, como a ivermectina não consegue atravessar a barreira
hematoencefálica, seu possível uso é limitado no tratamento do glioblastoma
humano.
Conclusões
A ivermectina é agora reconhecida como uma terapêutica
multifacetada com potencial diverso além de seu papel antiparasitário
estabelecido. Embora sua eficácia estabelecida no combate a várias infecções
parasitárias em humanos e animais continue importante, seus usos terapêuticos
se estendem além. As propriedades anti-inflamatórias e imunomoduladoras da
ivermectina são promissoras para o tratamento de condições inflamatórias da
pele e doenças potencialmente autoimunes. Sua promissora atividade antiviral
contra vírus como COVID-19 e adenovírus, embora exija validação clínica mais
rigorosa, apresenta possibilidades interessantes. Além disso, pesquisas
emergentes revelam seu potencial como um agente anticâncer, demonstrando
efeitos antiproliferativos e pró-apoptóticos em diversas linhagens de células
cancerígenas. Embora essas descobertas sejam encorajadoras para desvendar o
potencial terapêutico multifuncional da ivermectina, estudos extensivos in vivo
e ensaios clínicos são cruciais para traduzir observações pré-clínicas em
benefícios terapêuticos para humanos. É importante enfatizar que a
automedicação ou o uso de ivermectina fora das indicações aprovadas pela FDA é
fortemente desencorajado. É crucial consultar um profissional de saúde para
diagnóstico e tratamento adequados.
Os
autores declararam que não há conflitos de interesses.
Contribuições do autor
Conceito
e design: Mayur S. Parmar, Baneet
Kaur, Cyril Blavo
Aquisição, análise ou interpretação de dados: Mayur S. Parmar, Baneet Kaur, Cyril Blavo
Revisão crítica do manuscrito quanto ao conteúdo
intelectual importante: Mayur S.
Parmar, Baneet Kaur, Cyril Blavo
Supervisão:
Mayur S. Parmar, Cyril Blavo
Elaboração do manuscrito: Baneet Kaur
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